Estudo Mediúnico – Módulo 6. Questão 30/60.

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30- O que hoje fala mais alto no homem, o instinto de conservação ou de destruição?

R- Pelo nosso estado materializado o que nos fala mais alto é o instinto de conservação ilusória dos fatos, nos permitimos a máscara e encobrimos a destruição que realizamos com a ilusão da conservação.

Procuremos olhar os nossos atos e ações diárias e reflexionar cada ato praticado tirando a resposta que cada Ser necessita para a sua devida evolução.

Deveríamos todos praticarmos a conservação material para que este plano não se tornasse cada vez mais tão destruído pelo homem.

Cada Ser deste plano deveria procurar a sua reformulação moral, assim poderíamos todos reconstruir um novo caminho de conservação e não destruição de todos os meios, sejam psíquicos ou materiais.

Conservar é vivenciar a vida em um estado real espiritual, meus irmãos.

Artigo publicado em:

Salvador-BA, 06/05/2012.

Hamilton / pelo Espírito Inácio Ferreira.

domingo 06 maio 2012 00:16


Estudo Mediúnico – Módulo 6. Questão 31/60.

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31- A extinção de certos animais faz parte da renovação da espécie?

R- Todos os mundos e dimensões encontram-se sempre em evolução e renovação da vida, tudo se renova para uma magnitude de perfeição plena do Ser.

A extinção referenciada no plano terreno é de total responsabilidade dos homens materiais deste plano que destroem toda perfeição do Pai. No referenciado acima sobre a constante evolução e renovação da vida , digo aos meus irmãos que esta é a vontade do Pai, a constante evolução e renovação do Ser, do plano, da vida de forma totalitária para uma perfeição, e essa perfeição somente é obtida na renovação, evolução.

O homem material somente destrói o que o Pai construiu e este deveria reflexionar o porquê de tanto descaso com a vida seja humana, seja animal.

O processo de renovação natural não extingue e sim transforma a condição de um animal, Ser, dimensão, na perfeição, ou seja, estamos em uma eterna renovação.

Renovar é reviver a vida na perfeição da evolução.

Artigo publicado em:

Salvador-BA, 07/05/2012.

Hamilton / pelo Espírito Irmã Marta.

segunda 07 maio 2012 00:17


Estudo Mediúnico – Módulo 6. Questão 32/60.

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32- É verdade que o suicida é reincidente sempre?

R- Digo sempre aos meus irmãos, cada caso é um caso.

Somos seres individuais, cada qual com um processo de aprendizagem, uma caminhada de refazimento e perdão das ofensas, cada Ser tem no seu processo psíquico todos os dados necessários para sua evolução e crescimento espiritual, mas também cada Ser tem o livre arbítrio, e este é respeitado, mesmo nas mais difíceis dificuldades cometidas pelo homem.

Cada irmão tem o seu quinhão a conduzir e cada irmão tem por obrigação moral ter o discernimento necessário para saber o que é certo e o que é errado.

Não podemos acusar ou apontar a nossa encarnação passada como responsável pelo que nos acontece nos dias atuais, como não podemos também afirmar que o que estamos recebendo neste momento não é o que nós próprios traçamos para a nossa caminhada. Cada um na sua individualidade tem que buscar as suas respostas e aplicá-las no seu dia a dia atual.

Somente buscando o nosso estado de Espírito é que poderemos entender a nossa condição de vida atual, os atos praticados e os nossos conflitos internos e externos.

Que cada irmão na sua individualidade possa mergulhar no seu imenso mar morto psíquico, digo mar morto, pois se encontra parado em um subterrâneo psíquico no nosso inconsciente, somente acessando o nosso psiquismo real espiritual é que poderemos entender o nosso estado doentio e imoral.

Artigo publicado em:

Salvador-BA, 08/05/2012.

Hamilton / pelo Espírito Inácio Ferreira.

terça 08 maio 2012 00:17


Estudo Mediúnico – Módulo 6. Questão 33/60.

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33- Onde está o equilíbrio hoje entre a destruição, conservação, e reprodução, já que vemos tanta destruição?

R- Vivenciamos uma vida materializada e somos totalmente materiais. Não buscamos equilíbrio e sim riquezas e estas não queremos em equilíbrio e sim em total desequilíbrio de quantidades absurdas.

Não nos preocupamos com a destruição, pois destruímos as florestas, os animais, os riachos, somente para construção de mais riquezas.

Não nos preocupamos em conservar, vivemos apenas de aparências superficiais e no menor descaso de uma das partes a conservação da boa aliança é transformada em um punhal nas costas dos algozes.

Não nos preocupamos com a reprodução, nos comportamos como verdadeiros animais hora racionais, hora irracionais, hora totalmente desequilibrados psiquicamente, não nos importamos em reproduzir e sim em apenas nos satisfazer no nosso desejo material.

A destruição é a consequências de atos materiais em uma repetição constante e animal. Já não nos importamos com o bem estar do próximo, pois somente o nosso importa.

Deveríamos analisar a quem interessa destruir e não equilibrar.

Retornar ao estado moralizador espiritual é o começo da caminhada em refazimento, reeducando a vida em um processo longo e não imediato. Reeducar e aprender a refazer o que fazemos erroneamente na nossa materialidade desmedida custa tempo e dedicação na perfeição do saber equilibrar a nova forma de pensar.

Pensar em reproduzir, conservar e reconstruir a vida no equilíbrio do nosso Pai Maior.

Artigo publicado em:

Salvador-BA, 09/05/2012.

Hamilton / pelo Espírito Bertiliotti.

quarta 09 maio 2012 00:17


Estudo Mediúnico – Módulo 6. Questão 34/60.

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34- Por que tantos crimes com requisitos de crueldade?

R- Estamos em uma nova era, na evolução tecnológica, mas somos mais homens da caverna do que os nossos ancestrais.

Dizemo-nos conhecedores da historia da humanidade e não reflexionamos os nossos próprios atos diários, não somos capazes de meditar nos nossos próprios atos errôneos e compará-los aos atos praticados pelos homens das cavernas.

Vivenciamos a vida em uma verdadeira selva e a chamamos de sociedade, grande hipocrisia, meus irmãos, deveríamos pelo menos sermos honestos em reconhecer o nosso estado doentio e incapaz de viver em uma verdadeira sociedade.

Praticamos vários crimes diariamente, mas não os julgamos crimes e sim faltas, e faltas leves para a nossa conveniência.

Assistimos na tela o noticiário reportando crimes bárbaros e somos incapazes de analisar o que leva um irmão a cometer o ato desumano. Nós nos dizemos cultos e praticamos atos imorais as escuras e não nos achamos criminosos.

Digo aos meus irmãos que vivenciamos uma sociedade repleta de crueldade, mas uma crueldade imoral para cada Ser na sua individualidade, juntos teremos uma grande consequência nos atos desta sociedade que esconde o ato do bom moço e revela o mesmo ato praticado por um delinquente material, dizendo: É um criminoso.

Temos que mudar o nosso estado material para espiritual, somente nesta condição poderemos refazer a vida no perdão das ofensas, olhando no olho do irmão e reconduzindo-o ao refazimento dos atos praticados, sem apontar, sem maldizer e sim levá-lo ao estado de profunda reflexão dos atos criminosos aos olhos dos homens e de Deus.

Artigo publicado em:

Salvador-BA, 10/05/2012.

Hamilton / pelo Espírito Irmão Matheus.

quinta 10 maio 2012 00:16


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