Estudo Mediúnico – Módulo 4. Questão 43/103.

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43- Como distinguir uma afeição verdadeira duma afeição carnal?

R- Num plano como o terreno é muito difícil distinguir uma afeição verdadeira, porque se não assumimos que somos Espíritos pensantes e reencarnantes, como podemos reconhecer, se nego o principal veículo do sentimento verdadeiro que há em cada um, que é o amor?

Se não me reconheço Espírito, apenas vou ficar nas sensações que a carne me permite, e não vou me permitir avançar para os sentimentos que enobrecem a alma, e que elevam o Espírito.

Como carne sou efêmero, e tudo começa como acaba, no nada, porque fico o tempo todo vivendo de sensações imediatas, e não me permito criar um vínculo mais profundo, nem mesmo com aqueles que o Pai Maior colocou bem perto de nós, a nossa família carnal.

Quando nascemos numa família que não satisfaz as nossas vaidades, os nossos egoísmos, quando não nos afastamos, vivemos torturando o outro ou os outros, trazendo para a família todo tipo de dissabor.

E por que agimos assim?

Porque passamos o tempo todo direcionando a nossa vida para nós mesmos. Não vemos o outro, pior, não queremos ver o outro se ele não for exatamente como eu quero que ele seja, então ou o matamos em nós com indiferença, ou agimos para torturá-lo o tempo todo.

Se não aceito que sou assim, se digo e afirmo que este Benfeitor está equivocado, então faça este mergulho profundo e pergunte para si mesmo, se deixaria esta sua vida materializada em nome de todos, quando digo todos, é em nome da grande família humana.

Se sou capaz de renunciar a mim mesmo, em nome desta família humana tão cheia de imperfeições, com certeza renuncio a mim mesmo em nome do meu marido, da minha filha, dos meus pais, dos meus irmãos, da minha esposa, dos meus amigos. Vou me dedicar somente a eles.

E digo como, para facilitar a vida de alguém tão abnegado: Realize as suas reformas morais-espirituais sem as máscaras de sempre, aí sim, está abrindo mão da sua vida materializada, não só em função de todos, mas principalmente, em função de si mesmo.

Que o nosso Pai Maior tenha, verdadeiramente, benevolência com todos nós e com as nossas máscaras. Digo sempre, verdadeiramente, para reforçar o pedido, porque somos demais necessitados e materializados, então não custa apelar. Quem sabe assim vocês, meus irmãos, acordam e saiam desta inércia espiritual.

Sou assim, simplesmente amo o meu Senhor e aplico o remédio conforme Ele me solicitou, pediu apenas que eu amasse a tudo e a todos, e procuro, verdadeiramente, cumprir cada solicitação do meu Senhor. Apenas amo.

Artigo publicado em:

Salvador-BA, 04/11/2011.

Cássia Maria / pelo Espírito Alberto Costa.

sexta 04 novembro 2011 05:21



1 comentário(s)

  • designer shoes mailto Sáb 05 Nov 2011 02:27
    Quem sabe assim vocês, meus irmãos, acordam e saiam desta inércia espiritual.


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